Por N. Palma

Pela metade do século passado eu imaginava que no século XXI, não existiram mais guerras, por considerá-las um maior dos absurdos para o entendimento.

Lamentavelmente se multiplicaram e avançaram ao topo da tecnologia para a eliminação em massa da humanidade. Suponho que o maior PIB do mundo é dedicado ao belicismo. O país que não ver uma força armada, pelo menos razoável, é tomado por seu rival. É a paranoia da geopolítica. As potências engolindo os menores e com isso desestabilizando-se entre si, abrindo espaço para uma terceira guerra mundial em que hoje seria a devastação da humanidade. Não posso acreditar nisso, mas as evidências de que poderá, são muitas. Alguns países passando fome e governados por irresponsáveis detém armamento nuclear e como inconsequentes se sentindo capazes de enfrentar o mundo. Basta um iniciar para desencadear um desastre global na terra. Temos que pensar juntos para evitarmos. Entendo que neste desastre nuclear, grande parte dos seres vivos no planeta morreriam por três eventos: Pelas ações bélicas, pela radioatividade e pela poeira que tomará conta da atmosfera, onde o raio solar passaria a aquecer este espaço que nos defende com temperatura amena, suportável e essencial à vida, elevando a temperaturas possivelmente acima de 100º centígrados. A atmosfera suja é aquecida pelo raio solar na proporção da sujeira existente.

Como organização, a ONU pode ria ser um freio ou contrapeso no belicismo, mas não o é. Ela se tornou tendenciosa e deixou de ter crédito, pois entendo que enquanto houver veto por um país discordante, e poucos têm este direito, ela deixa se ser um organismo colegiado, pois pertence a alguns apenas. Nos resta a pergunta: para que serve a ONU? Acredito que para criar mais problemas que soluções.

O número exato de guerras em curso no mundo em 2025 varia dependendo de como um conflito armado é definido, mas fontes de monitoramento indicam que houve entre 59 e mais de 130 conflitos armados ativos globalmente. Relatórios apontam para um ano de violência intensificada, com o maior número de conflitos estatais desde a Segunda Guerra Mundial.

No imbróglio do mundo louco que criamos e vivemos ainda nos resta uma pergunta: o que serve para a humanidade? Não tem resposta! Acredito que trazemos no DNA a rivalidade, o egoísmo, a obsessão pelo poder em todos os sentidos, alta dose de vaidade e ausência do sentimento, portanto da empatia.

“Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo seus sentimentos, pensamentos e perspectivas, mesmo sem ter vivido a mesma situação, criando pontes emocionais e conexões profundas sem (sentir junto) para gerar apoio e ajuda. julgamento, e envolvendo aspectos cognitivos (entender) e emocionais”.

A opinião contrária será bem vinda, para polirmos os pensamentos, quiçá unificarmos.

Por Arthur Mesquita, Ricardo Soares e Samuel Fernandes

A guerra entre Israel e o Hamas, iniciada em 7 de outubro, acumula milhares de mortos, e a invasão russa contra a Ucrânia, que completará dois anos em fevereiro de 2024, deixando mais de 13 mil mortos, são dois dos maiores e mais notáveis conflitos armados neste momento. Pesquisa da BBC aponta que o mundo está enfrentando um status geopolítico de pelo menos oito guerras em curso em 2023, além de dezenas de conflitos armados de menor escala em busca de territórios ou governos.

Fonte: BBC

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