A lenda de Rômulo e Remo narra a fundação de Roma em 21 de abril de 753 a.c.. Gêmeos, filhos de Marte e Reia Silva, foram abandonados no rio Tibre, amamentados por uma loba e criados por um pastor. Após vingarem seu avô, fundaram a cidade, mas Rômulo matou Remo durante uma disputa territorial, tornando dia 21 de abril ter datas importantes. Entre elas minha atenção voltou-se para a fundação de Roma, o que me fez consultar a IA e a Wikipedia que em minha visão esclarecem os fatos melhor que a imprensa atual. Li a extensa matéria histórica que entre várias conclusões, fui levado a pensar que continuamos os mesmos da fundação de Roma. Pancadarias, conflitos, crimes, massacres aos direitos humanos, disputa por espaço, enfim tudo o que se faz hoje se fazia em 753 a. C. e mais, porque na época não havia bancos, atualmente acrescentamos saquear um banco em benefício de tão poucos e prejuízo de tantos, envolvendo os “rêmulos e remos” da mais alta esfera, política e não política, do país.

Bem, não dá para reproduzir toda a matéria neste jornal, face a extensão. Sugiro aos interessados que busquem na internet pelo título da matéria. A partir daí, quem ainda ver tempo de tomar um chimarrão no fim da tarde à sombra de um salgueiro poderá se deliciar com o vasto assunto. Muitas vezes somos levados a acreditar que nosso DNA traz todos os defeitos desde o gênese e o que pode dar melhor forma à nossa conduta seria a educação dada pela família. A cultura de berço parece-me fundamental e hoje está em desuso.






